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Necessidades Especiais

 

Reserva de Passagem

Pesquisar as Companhias Aéreas que possuam atendimento personalizado para Deficientes;

Sempre avisar a Companhia Aérea que o passageiro é deficiente físico e o tipo de deficiência que este possui;

Perguntar a Companhia Aérea se há algum limite de tamanho ou peso para a cadeira de rodas;

Se a cadeira de rodas no caso for elétrica, informar a Companhia Aérea e perguntar se há como recarregar a bateria durante o vôo;

Se o passageiro necessitar de algum equipamento como máscara de oxigênio, a Companhia Aérea não é obrigada a fornecer, mas a maioria delas possuem alguns equipamentos (mas com prévia solicitação e muitas acrescentam uma taxa extra à passagem);

No caso de um grupo de deficientes as reservas devem ser feitas com no mínimo de 02 meses de antecedência; - Uma Empresa Aérea não pode limitar o número de deficientes físicos por aeronave; 

Infelizmente grande parte das aeronaves não possui banheiros especiais para deficientes e os que são adaptados não são confortáveis para estes tipos de passageiros;

Sempre tentar (ao máximo) reservar vôos non-stop ou sem escalas;

Se a reserva em vôos diretos não for possível, sempre reservar conexões com no mínimo uma hora de intervalo; - Reservar assentos próximos ao principio do avião se não for possível à reserva nos assentos próprios para deficientes;

Quando o passageiro estiver viajando sozinho aconselhar a procurara de um funcionário da Companhia aérea ou do aeroporto para que o acompanhe durante a troca de vôo, pois muitas vezes a locomoção para os deficientes é muito difícil dentro de alguns aeroportos;

No embarque e no desembarque a Companhia Aérea deve dar assistência ao deficiente, bem como durante a viagem;

A Empresa Aérea pode se recusar a dar assistência a um deficiente se isso colocar os outros passageiros em perigo; 


Reserva de Hotéis 

Sempre perguntar ao Hotel se esse possui acesso para deficientes;

Nem sempre os atendentes de reservas sabem essa informação, então é muito importante, se você não sentir confiança, ligar para o próprio Hotel e se informar;

Seja específico sobre a necessidade de seu cliente (os banheiros possuem barras de segurança, qual o tamanho das portas do quarto, entre outras informações).

Quando a reserva for feita em um hotel fora do Brasil é de extrema importância de certificar de que esse foi informado de que o passageiro é deficiente físico. Em caso de dúvida de como se expressar em outra língua envie o símbolo universal de deficientes físicos (o desenho da cadeira de rodas);

Certificar se o primeiro andar do hotel é o de acesso à rua, pois em muitos hotéis, principalmente na Europa, o primeiro andar na verdade é o segundo, terceiro até mesmo o quarto andar; 


Transporte Terrestre

Nos EUA e em muitos países da Europa, grande parte dos trens de alta velocidade possuem acesso a deficientes físicos e banheiro adaptados específicos. Ao fazer a reserva, especificar que o passageiro possui deficiência, pois há vagões específicos;

Nos EUA e na Europa os ônibus possuem elevadores que facilitam o embarque do passageiro;

No Brasil, infelizmente, são poucas as empresas de ônibus que possuem essa facilidade, sempre é importante perguntar antes; 


Bagagem

Se o deficiente físico utilizar cadeira de rodas, é importante lembra-lo de levar consigo aparelhagem necessária caso a cadeira de rodas necessite de um pequeno reparo;

Caso o passageiro esteja levando consigo uma bateria extra da cadeira de rodas motorizada, é importante lembra-lo que este deve ser despachada, pois é considerada bagagem de risco, por isso deve sofrer inspeção da Companhia Aérea.

Se o passageiro estiver viajando para o estrangeiro lembra-lo de levar um conversor de voltagem e adaptadores de tomada;

Caso o passageiro esteja tomando medicação é importante lembra-lo de levar a receita médica (recomendável em inglês) e medicamento extra, caso ocorra algum imprevisto; 


OUTRAS DICAS:

O que o Consulado pode Fazer por Você

É recomendável se matricular no Consulado ou Setor Consular da Embaixada do Brasil no país onde estiver vivendo temporariamente. Essa matrícula permite que, quando acontecerem imprevistos, as autoridades consulares possam tomar as medidas possíveis com maior rapidez, inclusive, se necessário, entrando em contato com sua família no Brasil.

Entre as funções dos cônsules brasileiros no exterior está a de assisti-lo no que for possível e permitido por lei, não estando de forma alguma incluída nessas funções a de agir como se fosse agente da imigração daquele país. Na dúvida, consulte o Consulado ou Setor Consular da Embaixada do Brasil no país onde estiver.

As convenções internacionais das quais o Brasil faz parte asseguram a qualquer cidadão, quando em território estrangeiro, o direito de entrar em contato com suas autoridades consulares e diplomáticas. Assim, se você tiver problemas com as autoridades locais onde estiver, não se esqueça de recorrer a esse direito. Lembre-se, porém, que, estando em outro país, você está sujeito às leis locais. Portanto, procure saber quais são as leis e costumes dos lugares por onde passar.

Antes da partida, verifique se é necessário visto para os países que você irá visitar, e se o seu passaporte tem validade de no mínimo 6 meses. Não se esqueça, porém, de que a inexistência de visto obrigatório não equivale à admissão automática no país e que, nos casos em que é necessário o visto, este é apenas uma expectativa de direito. Por isso, as autoridades da imigração do país no qual você estiver ingressando podem, eventualmente, negar sua entrada. Para evitar problemas, responda com seriedade e atenção às perguntas que o oficial de imigração lhe fizer. O Consulado não tem competência para alterar decisões das autoridades de imigração.

Lembre-se que, embora alguns países não exijam visto para turistas, se você estudar, trabalhar ou residir permanentemente, precisará de um visto específico concedido pelo Consulado estrangeiro no Brasil. Mesmo aqueles países para os quais não é necessário visto podem exigir quantia mínima para ingresso e custeio de sua viagem de turismo. Informe-se no Consulado estrangeiro antes de partir.

Fonte: Ministério das Relações Exteriores


Sugestões de Atendimento 

A Walt Disney World Resort possui sete regras a serem seguidas pelos seus funcionários referente ao atendimento de pessoas com deficiência física ou mental. O Canaltur adequou essas regras para o atendimento de um agente de viagens.

1) Sorria e seja um bom atendente:

Trate o passageiro deficiente como qualquer outro passageiro,

Sempre atenda com educação e respeito

Lembre-se sempre: há diferentes tipos de deficientes (mental, auditivo, visual, físico, entre outros), cada um com uma necessidade específica;

2) Sempre olhe nos olhos do cliente e cuidado com a expressão corporal:

Sempre olhe os passageiros nos olhos,

Escute atentamente,

Sempre tenha uma postura convidativa,

3) Respeito: Trate sempre todos os clientes com respeito:

Atenda o deficiente como todos os clientes,

Fale diretamente com o deficiente, nunca com seus acompanhantes,

Cuidado ao utilizar palavras que possam ofender o cliente como: surdo, retardado. Utilize palavra como: deficiente auditivo, deficiente mental. 

4) Não assuma o que o cliente pode ou não fazer:

Não afirme que o deficiente pode ou não ir a determinados lugares, fale das dificuldades e benefícios dos lugares;

Os clientes é que devem tomar suas decisões, o agente somente fornece as informações necessárias;

5) Sempre pergunte ao cliente se ele precisa de uma assistência especial durante a viagem: 

Espere até que sua assistência seja aprovada, uma ação precipitada pode ofender o cliente;

Se prepare para escutar um "não" como resposta e não se ofenda;

6) Crie soluções

não repasse problemas: 

Procure proporcionar opções aos passageiros frente a uma limitação; 

Saiba todos os serviços que ele possa utilizar durante sua viagem;

Se não souber a resposta não tente adivinhar, diga que não sabe e que vai procurar averiguar;

7) Agradeça a visita e mantenha o contato:

Comunique-se com o deficiente como qualquer outro cliente;

Uma vez atendendo bem um cliente como esse, a empresa estará ganhando muitos outros, pois há poucos que saibam como atender esse público;

Cuidado ao se despedir com frases que possam ofender o cliente como: "Nos vemos mais tarde" para um deficiente visual; 


Outras Opções de Atendimento 

Quando falar com um deficiente que utilize cadeira de rodas, sempre abaixe para fazer contato visual;

Quando estiver falando com um deficiente visual, identifique-se primeiro;

Avise ao deficiente visual quando você está se retirando do recinto;

Ao atender um deficiente auditivo sempre tenha um papel e uma caneta ao seu alcance;

Caso o deficiente auditivo saiba ler os lábios, fale sempre diretamente a ele, nunca de costas ou olhando para outra pessoa;